A prefeitura de uma pequena cidade de montanha na região italiana do Vêneto decidiu aprovar uma medida que proíbe que piscinas sejam construídas em casas e terrenos privados e particulares do município.
O projeto, um tanto quanto inusitado, foi aprovado em Asolo, cidade histórica dona de uma população de apenas 9 mil pessoas, e tem como principais motivos o suposto desperdício de água que as piscinas provocam e o estrago da paisagem do município também causado pela sua construção.
De acordo com o prefeito das cidade, Mauro Migliorini, "as construções são um desperdício de água e pioram a paisagem" local. "Não esqueçamos que este é um lugar está sobre a proteção da União Europeia e que por isso não pode ser mudado.
Além disso, "aqui em Asolo nunca tivemos problemas de seca, mas notamos nos últimos anos uma queda do volume do nosso aqueduto e das fontes de distribuição da cidade", explicou o prefeito. O novo regulamento, que deverá entrar em vigor após o verão europeu, prevê que as únicas exceções serão concedidas a donos de hotéis e de outras estruturas turísticas e, nestes casos, as piscinas construídas deverão ser preenchidas apenas com água de chuvas, ter o fundo escuro e ser parcialmente cobertas árvores nativas.