Assessor de Trump afirma que 'todas opções estão na mesa' para lidar com a Coreia do Norte

Herbert McMaster, assessor para Assuntos da Segurança Nacional do presidente americano Donald Trump, afirmou que todas as opções estão em cima na mesa para lidar com a Coreia do Norte após se saber do lançamento fracassado do mais recente míssil por parte de Pyongyang.

McMaster adiantou que os EUA estão cooperando com seus aliados e as autoridades chinesas para desenvolver um leque de opções para o problema norte-coreano.

O assessor da Casa Branca para Assuntos de Segurança Nacional, afirmou que o recente teste de míssil norte-coreano encaixa em um modelo de comportamento provocatório, desestabilizador e ameaçador.

O assessor também fez lembrar que neste domingo (15), Pyongyang alegadamente teria lançado um projétil não identificado, mas ele parece ter fracassado. O Estado-Maior Conjunto norte-coreano, por sua vez, afirmou que a tentativa de lançamento foi efetuada da área próxima do porto norte-coreano de Sinpo, mas pelo visto não foi bem sucedida.

McMaster também qualificou a Coreia do Norte como país "hostil".

De acordo com o Comando do Pacífico dos EUA, o míssil norte-coreano "explodiu quase imediatamente", porém, seu modelo ainda não chegou a ser identificado.

O lançamento por parte de Pyongyang foi especialmente antecipado para nesta semana, já que a Coreia do Norte está passando por um dos festejos nacionais mais importantes no país, que frequentemente coincidem com testes de armas.

A chancelaria norte-coreana comunicou que o suposto lançamento de míssil não foi anunciado oficialmente, entretanto, é o "direito soberano" da Coreia do Norte realizar tais testes.

Mais cedo nesta semana, o presidente americano Donald Trump prometeu "cuidar do problema" norte-coreano. O Pentágono enviou um grupo naval de ataque, encabeçado pelo porta-aviões Carl Vinson, para a zona da península coreana.

Os militares norte-coreanos, por sua vez, responderam com a promessa de realizar um ataque preventivo caso haja qualquer "provocação dos EUA", tendo como alvo as bases americanas na Coreia do Sul, no Japão e o próprio Carl Vinson.

Sputnik