'The New York Times': Assassina de Kim Jong Nam é presa na Malásia

Serviço de espionagem da Coreia do Sul disse que Coreia do Norte tentava mata lo há 5 anos

Matéria publicada nesta quarta-feira (15) pelo The New York Times afirma que a polícia da Malásia prendeu nesta manhã uma mulher suspeita de conexões com a morte do meio-irmão do líder norte-coreano Kim Jong Un.

Times conta que a polícia divulgou uma declaração afirmando que a mulher estava carregando documentos de viagem vietnamitas quando foi presa no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur. 

O diário norte-americano acrescenta que Kim Jong Nam morreu segunda-feira (13) depois de passar mal de repente no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, disse um alto funcionário do governo da Malásia, que falou sob condição de anonimato porque o caso envolve diplomacia sensível.

> > The New York Times Woman Arrested in Killing of N. Korean Leader's Half Brother

O noticiário destacou que o serviço de espionagem da Coreia do Sul disse que a Coreia do Norte estava tentando matar Kim há cinco anos. Mas o Serviço Nacional de Inteligência não afirmou definitivamente que a Coreia do Norte estava por trás do assassinato, apenas que se presumisse ser uma operação norte-coreana. 

O NIS citou a "paranóia" de Kim Jong Un sobre seu meio-irmão, descreve o NYT. Vários relatórios da imprensa sul-coreana, citando fontes não identificadas, disseram que Kim Jong Nam foi morto no aeroporto por duas mulheres que se acredita serem agentes norte-coreanas. Elas fugiram em um táxi e estavam sendo procurados pela polícia malaia, segundo os relatórios.