'Deutsche Welle': O terror do EI contra civis em Mossul

Estado Islâmico usa população como escudo humano e pune civis que esboçam resistência

Matéria publicada neste sábado (5) conta que as tropas da coalizão internacional que combate o Estado Islâmico estão cada vez mais próximas do centro de Mossul, bastião da organização terrorista no Iraque. Segundo o enviado especial dos EUA para a luta contra o EI Brett McGurk, os resultados estão sendo alcançados mais rápido do que o previsto. Com o avanço das tropas, a situação fica cada vez mais perigosa não apenas para os jihadistas, mas também para os civis que estão retidos na região e que, segundo a ONU, são usados como escudos humanos.

"A estratégia sórdida e covarde do EI consiste em proteger certas localidades, bairros ou instalações militares contra ataques levando para esses locais milhares de reféns civis", disse Ravina Shamdasani, porta-voz da Comissão de Direitos Humanos da ONU.

De acordo com a reportagem do Welle a mídia internacional afirma que no final de outubro, milícias do EI decapitaram um pai de família que havia insultado o líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi. Além disso, ao detonarem uma bomba em Mossul, mataram mais de 40 xiitas e 57 combatentes do próprio grupo suspeitos de traição.

O jornal alemão acrescenta que há meses, vários combatentes do EI deixaram Mossul e se estabeleceram na Síria. Os que permaneceram na cidade iraquiana parecem determinados a usar todos os meios à disposição para se defender.

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