Justiça russa nega liberdade de integrante do Pussy Riot

O tribunal da região russa de Perm, nos Urais, rejeitou hoje o novo pedido de libertação antecipada feito por Maria Aliokhina, uma das três integrantes do grupo Pussy Riot que foram condenadas a dois anos de prisão após realizar uma manifestação contra o presidente Vladimir Putin no ano passado.

A decisão reitera uma sentença anterior do tribunal de Berezniki, onde Aliokhina está detida, divulgada em junho, após sua advogada, Irina Khrunova, pedir sua libertação antecipada.   

Além de Aliokhina, Nadejda Tolokonnikova e Ekaterina Samutsevic foram detidas em fevereiro de 2012 após cantar uma música punk na catedral do Cristo Salvador de Moscou, pedindo à Virgem Maria para que "expulsasse" o então primeiro-ministro e atual presidente da Rússia, Vladmir Putin.