EUA: associação pró-armas tem 100 mil novos sócios após massacre em escola

A Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês) americana, principal entidade pró-armas dos Estados Unidos, disse nesta quinta-feira ao site POLITICO que registrou mais de 100 mil novos sócios nos últimos 18 dias, saltando de 4,1 milhões para 4,2 milhões de membros pagantes.

A entidade esteve no foco da discussão sobre a regulamentação de posse de armamentos que sucedeu o massacre de 26 pessoas, incluindo 20 crianças, em uma escola primária na cidade de Newtown, Estado de Connecticut, no dia 14 de dezembro. 

"Nosso objetivo é chegar aos 5 milhões antes que esse debate termine", disse um representante da associação. Nesta quinta-feira, o vice-presidente Joe Biden deve se reunir com representantes da NRA para discutir novas políticas sobre as armas.

"Nós pretendemos falar com políticos sobre quaisquer propostas e planos razoáveis", disse um oficial da entidade. Contudo, ele acrescentou que a instituição também vai falar com "verdadeiros americanos ao redor do país que esperam que a NRA não comprometa algum princípio da Segunda Emenda". "Nós não vamos apoiar o banimento de armas. Mas nós estamos ouvindo", disse. 

A associação na NRA custa US$ 25.