Capriles desdenha de ataques e pede trabalho ao chavismo

Em dia de festa do chavismo sem o presidente Hugo Chávez em Caracas, o opositor Henqique Capriles voltou a se defender dos ataques do governo de Caracas e pediu que os governistas trabalhem. "As ameaças dos 'segundões' nos divertem", afirmou Capriles através do Twitter, em referência ao que considera serem as figuras secundárias e subordinadas a Chávez. "Veremos se, a partir de amanhã, eles vão trabalhar, governo paralisado!", completou.

"Nos causa gracia amenazas de segundones,a ver si a partir de mañana se ponen a trabajar,Gobierno paralizado!", disse em sua conta no Twitter.

A manifestação ocorreu durante o término do discurso do vice-presidente, Nicolás Maduro, que configurou o momento principal do 10 de janeiro que teria sido o dia da posse de Chávez, reeleito para um quarto mandato em outubro de 2012 ao derrotar o próprio Capriles. No pronuciamento de aproximadamente uma hora, Maduro, investido interinamento do comando do país, afirmou que os governantes e os povo estão "prontos para seguir com a revolução bolivariana" e tornou a mencionar a "direita apátrida" que deseja “apagar a marca eterna da obra de Hugo Chávez".