EUA lembram os 11 anos dos atentados do 11 de Setembro 

Milhares de pessoas se reúnem nesta terça-feira em Nova York e Washington e numa zona rural da Pensilvânia para marcar o 11º aniversário dos atentados de 11 de Setembro de 2001, que deixaram cerca de 3.000 mortos. 

Em Nova York, haverá minutos de silêncio nas horas exatas dos impactos dos aviões (8h46, 9h03, 9h37 e 10h03). Momentos de silêncio adicionais serão observados às 9h59 e 10h28, momento em que as torres gêmeas desmoronaram.

O presidente norte-americano, Barack Obama, e sua mulher, Michelle, vão participar de um minuto de silêncio no gramado da Casa Branca e da cerimônia no Pentágono.

Este ano, não estão previstos discursos políticos no Marco Zero, no centro de Manhattan. Nos anos anteriores, os políticos participaram da leitura dos nomes das vítimas ou de leituras de passagens bíblicas e literárias no local onde ficava o WTC, e que foi rebatizado de Marco Zero. Este ano, apenas as famílias dos mortos nos atentados vão subir ao palanque para ler seus nomes. 

No Pentágono, nos arredores de Washington, onde mais de 180 pessoas foram mortas, o secretário de Defesa, Leon Panetta, irá discursar numa cerimônia aberta apenas a parentes de vítimas. O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá falar em Shanksville, onde caiu o voo United 93.