Dilma defende saída diplomática para conflito na Síria

A presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar nesta sexta-feira que o Brasil defende uma saída diplomática para o conflito na Síria. Ela citou ações militares externas, como as invasões do Afeganistão e do Iraque, como exemplos de iniciativas fracassadas de construção da paz.

"Não achamos que instrumentos usados até agora nos outros países, quais sejam, invasão do Iraque e do Afeganistão, resolvam qualquer problema. Está provado que não dá certo", disse Dilma.

Em entrevista coletiva no hotel Ritz, onde está hospedada em Londres, e antes de se encontrar com atletas brasileiros, a presidente defendeu as tentativas de paz lideradas pelo enviado especial da ONU à Síria, Kofi Annan.

Dilma disse ainda que é necessária uma posição comum no Conselho de Segurança das Nações Unidas no sentido de construir a paz na Síria. "O que temos que construir em conjunto, todas as nações do mundo, é um caminho diferente em que a paz seja obtida por meios diplomáticos muito efetivos, de um consenso criado dentro do Conselho de Segurança".