Justiça russa se nega a libertar duas cantoras acusadas de criticar Putin 

Um tribunal de Moscou negou-se nesta quarta-feira a libertar duas integrantes do grupo feminino de punk rock Pussy Riot, acusadas de terem cantado numa igreja uma música cuja letra criticava Vladimir Putin.

O tribunal decidiu deixar em prisão preventiva Nadejda Tolokonnikova e Maria Alekhina até a próxima audiência de abril.

Elas são acusadas de "vandalismo cometido em grupo organizado" e poderão ser condenadas a uma pena de até sete anos de prisão.

Em 21 de fevereiro, cinco membros do Pussy Riot, usando capuzes coloridos, cantaram na catedral moscovita de Cristo Salvador uma canção chamada "Oração punk", que criticava Putin, que foi eleito presidente russo no início do mês.