Governo iraquiano quer reconciliação com os que combateram os EUA

O vice-ministro iraquiano da Reconciliação Nacional, Amir al-Juzai, afirmou nesta segunda-feira que Bagdá não conversará com membros da Al-Qaeda nem com qualquer um que tenha matado iraquianos, mas deixou aberta a possibilidade de discussões com os que lutaram contra as forças americanas.

"A reconciliação não incluirá os que têm sangue iraquiano nas mãos, membros da Al-Qaeda ou membros do partido Baath" (do falecido ex-presidente Saddam Hussein), disse o vice-chanceler.

"A reconciliação incluirá os que disserem: 'resistimos contra os ocupantes durante sete anos e agora que vão concluir a retirada no fim de 2011, temos que voltar a nossas vidas normais'", acrescentou.

"Não nos reconciliamos com um grupo, partido, seita, entidade ou facção, e sim com indivíduos (...) Os que mataram iraquianos estão excluídos", afirmou.