BEA: falta vasculhar apenas 2/3 da área onde caiu o AF 447

JB Online

PARIS - O engenheiro Jean-Paul Troadec, diretor da BEA (Bureau d'Enquêtes et d'Analyses), responsável pela investigação sobre a queda do AirBus A330 da Air France, que desapareceu no dia 31 de maio de 2009 entre Rio e Paris, disse que resta vasculhar apenas 1/3 da área onde estão as caixas pretas da aeronave. Jean Paul confirmou as informações publicadas pela imprensa francesa semana passada e disse acreditar que o serviço estará concluído até o dia 25 deste mês.

As caixas pretas estão numa área acidentada, segundo o engenheiro, a uma profundidade entre 2.500 e 3.500 metros e estão sendo utilizados dois submarinos e um navio, além de um robô para encontrá-las. Pelo menos 2/3 da área jã foram vasculhadas, mas nada foi detectado. O BEA teme que as caixas-pretas, feitas para resistir a grandes impactos e inclusive a pronfudidades, tenham sido afetadas pela corrosão causada pela água do mar. A área vasculhada, de 200kkm quadrados, está a 30 kms a sudoeste da última posição registrada do A330