Haiti: diretor da ONG Viva Rio leva especialistas em emergências

Portal Terra

TERREMOTO HAITI - O diretor executivo da organização não governamental Viva Rio, Rubem Cesar Fernandes, chegou às 16h de sábado na capital haitiana de Porto Príncipe. A instituição auxilia na recuperação do Haiti após o terremoto que atingiu o país na última terça-feira. Segundo o órgão, Fernandes segue acompanhado de uma equipe de resgate norueguesa especialista em situações de emergência.

O diretor é pai de André, um dos nove integrantes da equipe do Viva Rio que estava na cidade na hora do terremoto.

O grupo chegou a Bel Air, bairro da capital haitiana onde está localizada a sede do Viva Rio, Kay Nou ("Nossa Casa", em creole), que será transformada numa base para atendimento às vítimas. Em caminhões, levaram suprimentos e combustível.

Hoje, um avião do governo norueguês deve chegar à capital haitiana com mais 45 t de equipamentos, incluindo dois purificadores de água móveis e 500 tendas com capacidade para abrigar dez pessoas cada uma.

Seguno o órgão, as doações em dinheiro que o Viva Rio está recebendo - que já ultrapassam R$200 mil - serão revertidas em mantimentos e medicamentos, de acordo com as necessidades, que serão mais bem avaliadas com a chegada do diretor e da equipe norueguesa à sede do Viva Rio.

As doações de mantimentos que o Viva Rio está arrecadando serão enviadas num container para a capital da República Dominicana, através de parcerias que o Viva Rio está firmando. Com a ajuda do governo da Noruega, as doações serão levadas até a sede do Viva Rio e beneficiarão não apenas o bairro de Bel Air, mas toda a capital haitiana.

Saiba como ajudar

O Viva Rio está recebendo doações de medicamentos novos, alimentos enlatados, materiais de primeiros socorros, água e pastilhas de cloro para purificação de água para enviar para a capital do Haiti, Porto Príncipe.

As doações devem ser entregues na sede do Viva Rio (Rua do Russel, 76, Glória, Rio de Janeiro), qualquer dia da semana, entre 9h e 18h. As doações de alimentos e medicamentos devem, preferencialmente, ser feitas em grandes quantidades e já embaladas em caixas, para facilitar o transporte.