Islamitas reivindicam atentado que matou ministro na Somália

Agência AFP

MOGADÍSCIO - Os islamita somalis conhecidos como 'shebab' reivindicaram nesta quinta-feira o atentado que matou o ministro da Segurança Interna e outras 20 pessoas na cidade de Beledweyne. - Os combatentes dos shebab realizaram este ataque em Beledweyne; um dos mujahedines entrou com seu veículo carregado com explosivos em um edifício em que se encontravam o infiel e outros membros de seu grupo - afirmou um dos porta-vozes dos shebab, xeque Ali Mohamud Rage, durante coletiva de imprensa em Mogadíscio. - Os infiéis foram eliminados - acrescentou.

O atentado suicida matou o ministro somali de Segurança Interna, Omar Hashi Aden, em Beledweyne (norte de Mogadíscio), e deixou pelo menos 20 mortos e 30 feridos, segundo um balanço divulgado pelas autoridades da cidade.

O ataque, que também matou o ex-embaixador da Somália na Etiópia, foi cometido por um terrorista que jogou seu carro-bomba contra o hotel Medina en Beledweyne (300 km ao norte de Mogadíscio).

O atentado aconteceu 24 horas depois de um dia particularmente violento, com 26 pessoas mortas, incluindo o chefe de polícia da região de Mogadíscio, em novos confrontos na capital somali.