Justiça diz que não há evidências de plano para matar Obama

Agência AFP

WASHINGTON - Autoridades judiciais americanas destacaram nesta terça-feira que não há evidências suficientes de um plano para assassinar o candidato Barack Obama durante a Convenção Nacional Democrata, em Denver.

O procurador federal Troy Eid disse em entrevista coletiva que apesar da investigação estar "aberta", não foi encontrada qualquer evidência de um plano crível para matar Obama.

- Não há evidência suficiente sobre qualquer plano ou ameaça, mas nos manteremos abertos sobre isto - destacou Eid.

O caso começou no domingo, quando a polícia prendeu um homem suspeito de estar dirigindo bêbado. Os policiais descobriram em seu veículo dois fuzis, uma mira telescópica, um colete a prova de balas, munição e metanfetamina, uma poderosa droga sintética.

Esta detenção levou a outras duas, inclusive a de uma pessoa conhecida pela justiça por suas tendências pró-nazistas.

Ao relatar o caso, um canal de TV local afirmou que os três homens planejavam assassinar Obama na quinta-feira, durante seu discurso.