Cafetina brasileira diz que foi pressionada a confessar crimes

Portal Terra

SÃO PAULO - Andréia Schwartz, a brasileira que, segundo a mídia americana, teria sido informante no caso que derrubou o ex-governador de Nova York, Eliot Spizer, negou as acusações de que era cafetina nos Estados Unidos e disse que foi obrigada a confessar crimes que não cometeu, em entrevista ao Fantástico.

Ela afirma ter apenas trablhado como modelo durante cinco anos. Com o dinheiro ganho, teria conseguido comprar um apartamento de US$ 1,5 milhão.

Mas Andréia perdeu tudo quando ainda estava nos Estados Unidos, depois de ser acusada de ter ficado milionária com exploração sexual, o que ela prontamente nega.

- Isso é uma loucura. Eu conhecia mulhereres lindas e as apresentava para homens, mas nunca fiz isso em troca de dinheiro - disse.

A suposta cafetina alega ter sido pressionada a confessar crimes que não cometeu, como o comando de uma rede de prostituição e posse de drogas.

- Eu estava desesperada. Era a minha palavra contra a dos policiais - lembra.

Sobre Eiot Spizter, ela afirma somente que sabia que ele estava envolvido com modelos, e não com uma rede de prostiuição.

- Elas eram minhas conhecidas, mas eu não tive participação nenhuma na queda do governador.

No entanto, quando questionada sobre se possui alguma prova que tenha ajudado a desmascarar a rede de prostituição Emperor's Club ou tenha incriminado Spitzer, ela se contradiz:

- Não posso comentar isso, atrapalharia nas investigações.