Israel reforça medidas de segurança aérea

Agência EFE

JERUSALÉM - O Ministério de Transportes de Israel ordenou a todas as companhias aéreas com destino ao país que reforcem as medidas de segurança para evitar seqüestros, em resposta ao assassinato do líder militar do Hezbollah, Imad Mughniyah.

Embora Israel negue qualquer envolvimento na morte, a milícia xiita libanesa acusou o Estado judeu de ter organizado o atentado que matou o dirigente no dia 12, em Damasco.

Por isso, o diretor de segurança do Ministério de Transportes israelense, Danny Shenar, instruiu todas as companhias aéreas, nacionais e estrangeiras, a pedirem a seus passageiros que coloquem os cintos de segurança meia hora antes da chegada, quando o avião estiver a 180 milhas de Israel, segundo a imprensa local.

Normalmente, os viajantes devem permanecer em seus assentos nos últimos 15 minutos de vôo, quando estão a 90 milhas da aterrissagem.

Os pilotos terão ainda que fechar sua cabine meia hora antes de aterrissar para evitar que algum terrorista tome o controle do avião na última hora, quando é mais difícil abortar um seqüestro.