Egito, Jordânia, Líbano e Síria condenam assassinato de Benazir Bhutto

Agência EFE

CAIRO - Os Governos de Egito, Jordânia, Líbano e Síria condenaram nesta quinta-feira com firmeza o atentado que matou a ex-primeira-ministra paquistanesa e líder opositora Benazir Bhutto.

Nenhum dos quatro países árabes apontou um responsável pelo crime ou criticou o Governo do presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, com quem Bhutto mantinha profundas divergências.

O rei Abdullah II, da Jordânia, classificou como um 'atentado criminoso' o assassinato de Bhutto. Além disso, num telegrama enviado ao presidente Musharraf, expressou seus pêsames e transmitiu a solidariedade do povo jordaniano.

Por sua vez, o ministro de Assuntos Exteriores do Egito, Ahmed Aboul Gheit, disse que o atentado 'exige que todas as forças paquistanesas trabalhem para resolver suas diferenças neste momento crítico, para manter a segurança e a estabilidade e para fazer frente ao terrorismo'.

No Líbano, o primeiro-ministro Fouad Siniora condenou o ataque dizendo que seu país rejeita 'qualquer ato de violência e os crimes políticos'.

Já o Governo sírio, por meio de um porta-voz oficial, censurou "este atentado terrorista covarde' e disse estar seguro de que "Paquistão conseguirá superar estas difíceis circunstâncias que enfrenta'.