Segurança de Roma será reforçada durante a visita de Bush

Agência EFE

ROMA - O dispositivo de segurança da cidade de Roma será ampliado durante a visita do presidente americano, George W. Bush, nos dias 8 e 9 de junho com entre 3 mil e 6 mil homens, segundo divulgou nesta sexta-feira a Polícia local.

- A cidade estará blindada, embora nenhuma zona deva ser interditada - disse o governador civil e prefeito da cidade, Achille Serra.

Agentes uniformizados e à paisana estarão presentes tanto nos locais que farão parte da visita oficial de Bush, quanto em outros considerados 'sensíveis', dentre os quais o Vaticano.

Além disso, serão proibidos os vôos de pequenos aviões em um raio de 45 quilômetros do centro de Roma. Além disso, o tráfego aéreo será limitado em todos os aeroportos da região, que estarão protegidos por baterias de mísseis antiaéreos.

O plano de vigilância prevê um alerta para os hospitais e um reforço das estruturas de emergência e do pessoal especializado.

Além do Vaticano, a residência presidencial, a sede do Governo italiano no Palácio Chigi e todos os edifícios americanos em Roma estarão sob vigilância durante a visita.

O esquema de segurança também será estendido aos monumentos mais importantes da cidade, às sedes institucionais, aos portos, aeroportos e às estações de trem.

Nos próximos dias serão selados os esgotos e contêineres próximos à embaixada americana, localizada na Via Veneto, no centro da cidade.

Também será reforçada a segurança na residência do embaixador americano em Roma, e nos arredores do hotel no qual ficará alojada a delegação americana.

A última vez que o presidente americano e sua esposa Laura estiveram na Itália foi durante o funeral de João Paulo II, em abril de 2005.

Por ocasião da visita, a esquerda programou para o próximo dia 9 de junho uma manifestação para expressar sua rejeição à política do presidente dos Estados Unidos, especialmente pela Guerra do Iraque.