Papa rejeita demissão do cardeal francês Barbarin, evocando a 'presunção de inocência'

O papa Francisco rejeitou a renúncia do cardeal francês Philippe Barbarin, condenado a seis meses de prisão com sursis por não denunciar os crimes sexuais de um padre, evocando "a presunção de inocência", anunciou nesta terça-feira o prelado em um comunicado.

"Segunda-feira de manhã, coloquei minha missão nas mãos do Santo Padre. Ao invocar a presunção de inocência, ele não quis aceitar essa renúncia", disse Barbarin, que continua arcebispo de Lyon (leste), mas que deixará os assuntos correntes para o atual vigário geral Yves Baumgarten.

 

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