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Papa pede 'perdão' e 'amor' após ataque em Campinas

Francisco mandou telegrama de condolências para arquidiocese

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O papa Francisco mandou uma mensagem de condolências pelo ataque que matou cinco pessoas na Catedral Metropolitana de Campinas, no interior de São Paulo. O atirador, Euler Fernando Grandolpho, se suicidou.

O telegrama foi enviado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, ao administrador diocesano da Arquidiocese de Campinas, padre José Eduardo Meschiatti.

"Profundamente consternado pelo dramático atentado realizado durante a celebração da Santa Missa na Catedral da Arquidiocese de Campinas, o papa Francisco confia à misericórdia de Deus as vítimas e assegura a sua solidariedade e conforto espiritual às famílias que perderam seus entes queridos e toda a comunidade arquidiocesana com votos de pronta recuperação dos feridos", diz o telegrama.

O ataque ocorreu na última terça-feira (11), quando Grandolpho, ao fim de uma missa, disparou aleatoriamente contra fiéis e matou quatro pessoas dentro da igreja - uma quinta vítima faleceria um dia depois, no hospital. Após ser alvejado pela polícia, o atirador se suicidou.

"O Santo Padre convida a todos, diante deste momento de dor, a encontrar conforto e forças em Jesus ressuscitado, pedindo a Deus para que a esperança não esmoreça nesta hora de prova e faça prevalecer o perdão e o amor sobre o ódio e a vingança. Para confirmar esses votos, o papa Francisco concede a todos uma confortadora bênção apostólica", conclui a mensagem.