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Tempestades na Itália deixam mais 5 mortos e áreas isoladas

Desde o início da semana, os temporais já mataram 12 pessoas

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As fortes chuvas que têm atingido a Itália deixaram em Belluno, no Vêneto, mais cinco mortos e aldeias e estradas isoladas após deslizamentos de terra em municípios ao norte do país nesta sexta-feira (2).

 

O governador da região do Vêneto, Luca Zaia, pediu a intervenção da Proteção Civil da Itália e afirmou que manterá o fechamento de todas as escolas. Além disso, ele pediu para as instituições de crédito suspenderem a cobrança de hipoteca dos cidadãos italianos. "Depois de todas as intervenções, ainda temos o problema de restaurar o status quo, ou seja, devolver tudo como antes. Se não intervirmos rapidamente com financiamento rápido nossos vales serão despovoados porque já não têm serviços", explicou Zaia.

 

Desde o início da semana, pelo menos 12 pessoas morreram, quando fortes ventos atingiram grandes áreas do norte e oeste da Itália. Muitas vítimas foram atingidas durante quedas de árvores.

As áreas mais afetadas estão no extremo norte do país, particularmente Trentino e Vêneto, onde as escolas foram fechadas.

 

Os deslizamentos de terra também interromperam o tráfego em uma estrada importante nas Dolomitas. Ventos de até 120 km/h derrubaram milhares de árvores no vale Fiemme.

 

Em Veneza, o fenômeno da "água alta" deixou inundada quase toda a área do centro histórico, inclusive a Basílica de San Marco, cujo piso ficou parcialmente danificado. Além disso, as chuvas também provocaram danos de 150 milhões de euros ao setor agrícola. Ligúria O governador da Ligúria, Giovanni Toti, disse hoje que as onda de mau tempo que atingiu a Itália na última semana já gerou um prejuízo às estruturas públicas de mais 100 milhões de euros para a região.

 

"Além dos 20 ou 30 milhões de euros de danos extremamente urgentes, os do sistema da Ligúria, creio que seja mais de 100 milhões", explicou. Segundo Toti, a tempestade que atingiu a Ligúria obriga as instituições a "repensar as obras no mar" para a defesa da costa. Entre as prioridades da Proteção Civil, Toti também pede para que seja incluída a "suspensão de impostos e hipotecas" para famílias e empresas danificadas pelas tempestades.



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