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Reações internacionais após o ataque contra sinagoga de Pittsburgh

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Vários líderes mundiais condenaram o atentado antissemita de Pittsburgh, Pensilvânia (EUA), que matou 11 pessoas.

A seguir as principais reações internacionais:

 

"Expresso minha proximidade com a cidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, e em particular com a comunidade judaica, abalada ontem por um terrível atentado em uma sinagoga", disse neste domingo após a oração do Angelus.

"Na realidade, todos estamos feridos por este ato desumano de violência", reiterou diante dos fiéis na Praça de São Pedro.

 

O primeiro-canadense, Justin Trudeau, chamou de "ataque antissemita horrível" o tiroteio no sábado em uma sinagoga de Pittsburgh.

"Hoje os canadenses estão incondicionalmente com a comunidade judaica de Pittsburgh, que sofreu um ataque antissemita horrível quando orava", escreveu Trudeau no Twitter.

 

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, escreveu em sua conta no Twitter:

"Todo o povo de Israel chora com as famílias dos falecidos. Somos solidários com a comunidade judaica de Pittsburgh. Somos solidários com o povo americano diante desta violência antissemita horrível".

"Pensamos nas famílias daqueles que foram assassinados e rezamos pela rápida recuperação dos que ficaram feridos", disse o presidente de Israel, Reuven Rivlin.

 

"Todos devemos nos levantar com determinação contra o antissemitismo. Em todas as partes", declarou a chanceler Angela Merkel.

 

O presidente Emmanuel Macron condenou o atentado "antissemita de Pittsburgh". "Meus pensamentos estão com as vítimas e meu apoia a seus parentes".

 

"Lamentamos o ataque ocorrido na sinagoga de Pittsburgh, Pensilvânia, EUA. Condenamos a violência. Nossas mais sinceras condolências aos parentes das vítimas e à comunidade judaica", escreveu o presidente Nicolás Maduro no Twitter.

 

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