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Senadora chamada de "Pocahontas" por Trump apresenta teste de DNA para provar ancestralidade indígena

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A senadora americana Elizabeth Warren, apontada como uma potencial candidata à presidência pelo Partido Democrata em 2020, provou a veracidade de sua origem indígena depois de ser submetida a um teste de DNA que apresenta "forte evidência" de que tem ancestrais nativos, depois que o presidente Donald Trump fez piadas sobre a informação.

Elizabeth Warren, figura importante entre os democratas, foi chamada de "Pocahontas" pelo presidente e acusada de mentir sobre sua origem com o objetivo de obter vantagens em sua carreira, incluindo um trabalho em Harvard.

Mas uma análise de seu DNA feita pelo professor da Universidad de Stanford Carlos Bustamante concluiu que, embora "a grande maioria" dos ancestrais de Warren seja europeia, "os resultados apoiam fortemente a existência de um ancestral nativo americano puro", informa o jornal Boston Globe.

Este ancestral, segundo Bustamente, aparece na árvore genealógica entre "6 a 10 gerações" atrás.

Em um comício em julho, Trump voltou a desafiar Warren: "Darei um milhão de dólares a sua organização de caridade favorita, pago por Trump, se fizer um exame e demonstrar que é indígena".

"Tenho a sensação de que ela dirá que não", completou Trump.

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