em não satisfaz políticos britânicos os cidadãos

que poderiam custar de US$ milhões a US$ 80 milhões.

Nos processos judiciais, os disseram que do MI5 e do MI6 trajunto à CIA e ouagências americanas ennos seus interrogae que devem ser cúmdos atos de tortura.

sofreram privação de soforam expostos a barulho, e frio excessivos, além terem recebido surras e de morte.

O MI5 e o MI6 disseram que opuseram rigorosamente às mas a Scotland Yard, de Londres, levantou criminais contra do MI6.

incômoda Na Câmara dos Comuns do Unido, o acordo foi recom um misto de acei Embora o ministro não tenha detalhes financeiros, afirmou que os pagamentos “salvar o dinheiro públiao invalidar anos de litígios tação relutante e revolta.

Um membro do Partido Trabalhista disse que “as pessoas decentes comuns pensarão que o mundo enlouqueceu”, com o governo fornecendo mais dinheiro a ex-detentos do que às vítimas dos ataques terroristas na Grã-Bretanha.

Já Dennis Skinner, outro membro do partido, gritou “Dinheiro fácil!”.

Kenneth Clarke, advogado de 70 anos que ocupou cargos importantes nos governos conservadores anteriores, não se mostrou muito favorável ao pagamento de grandes quantias.

O que mais o incomoda é que os indenizados ficaram presos em Guantánamo e em outros centros de detenção pelo mundo durante anos, suspeitos de associação a atitudes terroristas contra os EUA.

Segundo o ministro da Justiça, o ato não é satisfatório.

– Todos estão desconfortáveis, e muitos irão antipatizar.

Ainda assim, disse Clarke, o governo viu que seria melhor “dar um fim a estes casos e ir adiante”, possibilitando que o MI5 e o MI6 continuassem seus trabalhos e protegessem os laços américo-britânicos.

Vale lembrar que o fechamento da prisão de Guantánamo foi uma das bandeiras da campanha do presidente Barack Obama.

Mas a promessa de cessar seu funcionamento no primeiro ano de governo não aconteceu.

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