Roubos nas ruas e notas falsas dentro de um táxi

-->A estudante de r elações inter - nacionais Mariana V illaça, 22, tam - bém sofr eu par a f az er um boletim de ocorrência em Buenos Air es. Sua mãe sofr eu um furto no metrô e só f oi atendida pela polícia depois de m uito discutir . – O atendimento lá é péssimo . Não dão assistência – queixou-se. P or sorte, a carteir a f oi encon - tr ada no mesmo dia, com os do - cumentos, dentr o de um táxi. Outr o golpe com um entr e os ta - xistas é o da tr oca de notas v er - dadeir as por f alsas. Cesar Mac ha - do , 21, estudante de engenharia, lembr a que, no aer oporto , há car - taz es alertando sobr e os f alsários. Em agosto , ele te v e um dissa bor ao v oltar , de táxi, de uma boate. – Dei duas notas de 100 pesos par a pagar uma corrida, e o taxista disse que esta v am r asur adas. P e - guei-as de v olta e dei outr a, mas quando c heguei ao hotel per ce bi que tinha r ece bido notas f alsas. Cesar disse que não a visou a po - lícia por que a viagem er a curta. A administr ador a Bruna P ontes, 24, que também f oi r oubada na Flo - rida, é outr a que não deu queixa. – Cheguei a con v er sar com um policial na rua, mas não fui por que iria per der tempo – contou. – N o alber gue, f ala v am de assalto , m as não ac hei que aconteceria comigo . Bruna já tinha feito compr as e f oi distr aída por meninos que v endiam bala. Sem per ce ber , uma menor a briu sua bolsa e pegou a carteir a. Mas ela gostou da cidade: – Não deixaria de ir lá.