Depois da segurança pública, rede estadual de educação também pode fazer greve

O começo de 2012 está sendo um verdadeiro pesadelo para o governador Sérgio Cabral. Depois de ver os policiais civis, militares, bombeiros e agentes penitenciários entrarem em greve por tempo indeterminado, agora são os professores da rede estadual de educação que podem parar.

Representantes da categoria estiveram na assembleia que decretou a paralisação dos agentes de segurança, nesta quinta-feira, e declararam apoio aos grevistas.

Assembleia geral neste sábado

De acordo com Danilo Serafim, coordenador do Sindicato Estadual de Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ), a indignação dos professores da rede estadual cresceu muito nos últimos dias e a greve já é uma possibilidade real:

"Só no município do Rio há cerca de 400 professores sem turma, por conta das mudanças promovidas pela Secretaria de Educação. As turmas estão superlotadas, com 45 a 50 alunos, e os professores estão indignados", afirma.

A assembleia geral da rede estadual de educação será neste sábado, às 14h, na sede do sindicato, no Centro do Rio.