Bruno, parceiro de Marrone, diz que o Rio não pode dar as costas para o Brasil

O cantor passou três dias no Conrad, em Punta del Este, e bateu um papo exclusivo com a coluna

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"Você é o Bruno ou o Marrone?", pergunta um dos clientes do cassino do Conrad, em Punta del Este, na madrugada de hoje (12), enquanto o cantor Vinícius Félix de Miranda fazia sua fezinha nos slots, as famosas maquininhas.

Sem tirar o dedo do botão de apostas e com uma gargalhada alta, ele respondeu: "Sou o Bruno". O cliente volta para o grupo de amigos e diz: "Viu? Eu disse que era o Bruno! Ganhei a aposta". Afinal, no lugar em que estamos, tudo é motivo para apostar. 

Eu estava sentada ao lado do cantor (ou você acha que passaria cinco dias por aqui sem ao menos testar minha sorte?) e batemos um papo sobre essa viagem a Punta del Este em pleno inverno. "Tive a oportunidade de vir passar três dias aqui com a minha mulher, Marianne Rabelo. Precisava descansar e aproveitei essa brechinha na agenda antes de subir ao palco em Canápolis, na sexta-feira (13), e no Rio de Janeiro, no sábado (14)". 

E, Bruno, o que você acha dessa onda sertaneja que está atingindo todas as classes, por influência de algumas novelas, especialmente Avenida Brasil e Cheias de charme, que têm o Rio como cenário? "O Rio está de frente para o mar, mas não pode dar as costas para o Brasil. Eu acho muito boa essa democratização do modo de viver". 

Mais uma pausinha para as apostas de Bruno, já são quase 2 da matina e eu ainda tento saber mais sobre como ele lida com o assédio do público em plena hora de lazer fora do Brasil. Simpático e atencioso, ele diz: "Quem não sabe ser agradecido pelo o que recebe desse público, tem de ir para casa". 

Bruno, você arrasou! 

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