Casa de ferreiro, espeto de pau: na vida real, modelos preferem brechós a grifes

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Se o sonho de nove entre dez garotos é se tornar um jogador de futebol, o das meninas é ser modelo. Seja pelo sucesso, dinheiro, glamour ou para se tornar uma referência em estilo. Sim, porque as mocinhas estão sempre bem vestidas. Mas quanto será que elas pagam para estarem sempre lindas?  

Engana-se quem pensa que é  preciso tirar o escorpião do bolso para se vestir como nossas musas das semanas de moda. A maioria das modelos adora e compra no bom e velho... brechó.  “O meu vestido é do B.Luxo e a bota de uma loja do interior de São Paulo, que só vende roupa de caubói. E eu gosto de me vestir assim. Meu armário é composto por brechó praticamente, acho que 95% dele. Só sapato que eu costumo comprar em loja”, confessou Alicia Kuczman.

Brenda Freitas, que usava blusa de um brechó de São Paulo e saia de um do Rio, confessa que é a opção preferida para compras: “Meu armário é composto por peças de brechó, das roupas que ganhamos de algumas marcas, Zara e também blusas masculinas da Riachuelo”. Viviane Tiecker, que estava vestida de MinkPink, falou sobre como se vestir sem gastar muito, “Uma das vantagens que temos são as roupas que ganhamos, este vestido é um exemplo”. A destoante do grupo foi a catarinense Kátia Selinger, de camisa Diesel, calça Osklen e bota Colcci. Os valores não foram revelados, mas alguém duvida que ela gastou mais de 1000 reais na produção?

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