Peter Gabriel arrepia SWU, diante de orquestra, em show impecável

Confira também o nosso blog.

A tal da grandiosidade, companheira de alguns nomes da música, em qualquer que seja o momento da carreira do astro em questão. Alguns jogam fora o poder do nome e da história construída e desaparecem diante de nós, mesmo estando a poucos metros de nossos olhos. Outros, renovam o estoque de genialidade com jogadas que validam, eternamente, seu talento. Estamos falando de Peter Gabriel

Uma orquestra ao fundo (a vigorosa New Blood Orchestra), e à frente dela um senhor músico que, aos 61 anos, demonstrou sua vitalidade sem ter que dar meio passo no palco: Gabriel trouxe em versão grandiosa, sob acordes de violinos, violoncelos e afins, o que já era de dimensão inalcançável.

Deixando aqui, à parte, qualquer discurso politicamente correto ou participação de apresentadoras de TV, estamos falando de arte, de inovação, da busca pela novidade... aos 61 anos. As melodias de sempre, belíssimas como sempre conhecemos, moldadas por jogos de imagens e um produção sem arestas. Luzes fortes iluminando ainda mais a mente brilhante de um gênio. Obrigado, Peter Gabriel.

[email protected]