Após Inter e Milan, Palermo pode ser vendido para chineses

Presidente informou que negociações já duram '4 a 5 meses'

Após Internazionale e Milan, mais um clube italiano poderá ser vendido para investidores chineses: o Palermo. Segundo o presidente do clube, Maurizio Zamparini, "estamos em negociação há quatro ou cinco meses".

    "Quero vender [o clube] verdadeiramente porque tenho 75 anos", disse ainda o mandatário à rádio italiana "Anch'io Sport".

    Segundo o cartola, há dois anos há a busca por compradores e ele chegou até a negociar com investidores norte-americanos, mas ainda não há nada concreto. Ele lembrou que "famílias importantes como Moratti [Inter] e Berlusconi [Milan] venderem as suas sociedades ou ainda importantes clubes ingleses ou de outros países passar para as mãos de árabes ou dos chineses".

    De acordo com Zamparini, os motivos para a venda dos clubes tradicionais europeus tem uma explicação: a crise econômica que atinge a Europa desde 2008.

    "Há uma crise que todos sentem e não é fácil encontrar investidores importantes na Itália. Os empresários árabes ou chineses, fora desse círculo, eu não conheço ninguém. Entram no futebol para ter um retorno midiático. [Roman] Abramovich era bilionário antes de comprar o Chelsea, mas ninguém o conhecia", acrescentou.

    No entanto, enquanto estiver no comando da equipe, o cartola afirmou que está "buscando realizar a melhor temporada possível".

    "No jogo com o Milan, jogamos de igual para igual e perdemos por dois momentos-chave. Eu vi um bom Palermo, que pecou pela falta de experiência e que ainda estava sem alguns titulares. O técnico De Zerbi está trabalhando bem, mesmo que não tenha muita experiência, mas nós estamos ajudando-o. Eu estou confiante em uma retomada após a pausa, será melhor", disse sobre a pausa no fim de ano do Campeonato Italiano.

    Após 12 rodadas do torneio, o Palermo está na vice-lanterna, com apenas seis pontos - à frente apenas do estreante Crotone.

    (ANSA)

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Saiba mais