Brasileiro campeão mundial defende pôquer: nada a ver com cassino

O Brasil é conhecido internacionalmente como o País do futebol. Porém, também tem representantes que conquistam espaço, títulos e premiações em outras modalidades, que cada vez mais atraem mais adeptos em território nacional.

É o caso do pôquer, onde temos o campeão mundial André Akkari, jogador profissional que em junho conquistou o bracelete de ouro em Las Vegas e uma premiação em torno de R$ 1 milhão. Em entrevista ao Terra, o jogador contou sua trajetória e as características da modalidade - que é reconhecida pela International Mind Sports Association como esporte da mente, assim como o xadrez, o gamão e o bridge.

"Comecei primeiro por livro, li mais de 30, e depois comecei com vídeo aula, com escolas de pôquer online. Assim consegui aprender toda a parte teórica e fui para a prática. Comecei em maio de 2005 e me tornei profissional em fevereiro de 2006", disse Akkari.

O brasileiro também falou a respeito da fama que é colocada sobre a modalidade, vista como jogo de azar. "Aqui no Brasil e em outros países da América Latina, o pôquer foi muito relacionado como jogo de cassino. Porém, no pôquer, jogamos um contra o outro, e não contra a banca, como acontece nos cassinos. Com o tempo, as coisas foram evoluindo e surgiram os jogos online, deixando claro que não tem nada a ver com os jogos de cassino. É um esporte reconhecido mundialmente", defendeu.

A cada ano, o esporte ganha mais praticantes no Brasil e no mundo. Tanto que o Campeonato Mundial de Pôquer é transmitido para muitos países, assim como a Copa do Mundo no futebol.