Derrota para Tunísia deixa Seleção de handebol em alerta

Depois de vencer o primeiro amistoso contra a Tunísia na terça-feira, a Seleção Olímpica Masculina de Handebol não conseguiu repetir o resultado na segunda partida, disputada na noite de quinta-feira, e foi superada por 26 a 22 pelos africanos, no Ginásio Parque do Japão, em Maringá, no Paraná, onde as equipes voltam a se enfrentar sábado, às 17h, para o terceiro e último jogo.

O artilheiro foi Banhoar Amine, da Tunísia, com dez gols. Pelo lado do Brasil, o goleador foi Gil Vicente, que balançou a rede quatro vezes. "Começamos pressionando os adversários, atacando bem, explorando nossos dois pivôs e, dessa forma, chegamos até a abrir quatro pontos de diferença. Mas no segundo tempo baixamos de rendimento e perdermos velocidade, e eles começaram a encaixar boas jogadas. Levamos menos gols do que no primeiro jogo (29), mas também fizemos menos (28). Mas, no geral, tivemos mais uma boa atuação", avaliou o ponta esquerda.

Gil Vicente comentou que a Tunísia tem pontas velozes e, nesse, sentido, se assemelha bastante à Argentina, principal adversário do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que serão disputados de 14 a 30 de outubro. "Esses amistosos são fundamentais nessa reta final de preparação para o Pan, e enfrentar um time que se pareça com nosso maior rival na competição contribui ainda mais para acertarmos todos os detalhes necessários antes de embarcarmos para o México", finalizou.

De Maringá, a Seleção retorna a São Sebastião do Paraíso-MG, onde esteve concentrada no começo deste mês, para disputar dois amistosos contra Cuba, na Arena Olímpica, nos dias 27 e 29 deste mês. A terceira partida contra os cubanos está marcada para 1º de outubro, em São Paulo, mas o local ainda não foi definido.