Luxemburgo analisa trabalho, planeja o futuro e explica opções do passado

Técnico revela porque escalou Lorran e o planejamento do Brasileiro

RIO - Luxemburgo deu entrevista coletiva na última quinta-feira e explicou vários assuntos de interesse da torcida rubro-negra. Entre uma resposta e outra, o técnico do Flamengo falou sobre o trabalho de treinador, o motivo da escalação do jovem Lorran na última partida, contra o Madureira, e até do planejamento para a estreia no Brasileirão, diante do Avaí.

Como gosta de planejar o trabalho que vai realizar a frente dos clubes que passa, Luxemburgo sabe que o departamento de futebol do Flamengo precisa encontrar uma solução para a estreia do Brasileirão 2011, que acontecerá dia 21 de maio. Como não deve contar com o Engenhão disponível, os rubro-negros querem evitar o desgaste ao máximo na hora de escolher o estádio.

"Já estamos pensando no jogo contra o Avaí. Podemos avançar na Copa do Brasil e podemos jogar próximo de onde enfrentaremos o possível adversário do mata-mata. Estamos pensando já no Brasileiro", revelou o treinador, dando mais uma informação que o torcedor gosta muito de saber: sobre contratações.

"Acredito que o time nunca deve estar ‘fechado’. Mas tratamos isso muito internamente aqui no Flamengo".

Sobre o último jogo, onde acabou escalando o jovem Lorran no meio de campo do Flamengo, ao lado de Galhardo, outra promessa da base, Luxemburgo explicou a opção. "Tínhamos o Fernando, que não poderia jogar, assim como Fierro e Muralha. Perdi todos. Lancei um menino e improvisei o Galhardo", disse.

Para os críticos mais exaltados, o treinador do Flamengo deixou claro que não é nenhum mago nem possui nenhuma bola de cristal para ver o que vai dar certo em seus planejamentos. Com muitos títulos no currículo, Luxemburgo explica que sempre se pautou em trabalho. Além disso, ele usa outros treinadores como exemplos de ‘mestres’ que já foram criticados e deram a volta por cima

"Não tem receita. E eu não tenho nenhum privilégio, nenhum treinador teve esse privilégio de não ser criticado. O Telê foi execrado antes de ser campeão no São Paulo. O Parreira, mesmo ganhando, foi muito questionado. Por isso eu digo que não tem receita, não tem fórmula encantada. Todos podem ser vaiados. O Felipão, por exemplo, foi campeão do mundo e acabou tendo problemas no Uzbequistão", finalizou.

 

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