Campeão da F1 dormiu com 33 aeromoças em 2 semanas, diz biografia

  Uma biografia sobre James Hunt, campeão mundial de Fórmula 1 em 1976, promete agitar os bastidores do automobilismo nos próximos dias. O escritor Tom Rubython afirma nas páginas de seu mais novo livro que o ex-piloto se deitou com 33 aeromoças da companhia British Airways durante o período de duas semanas em que esteve em Tóquio, local da última prova da temporada e que o faria vencedor daquela edição do campeonato.

A obra que leva o nome de "Shunt" (acidente, em inglês), narra uma suposta farra do piloto, em uma festa pré-título que teve a duração de 15 dias e só terminou momentos antes da prova decisiva. Segundo conta o autor, Hunt passou o período ao lado de seu amigo Barry Sheene, campeão do mundo de moto no mesmo ano, e na companhia de belas garotas no quarto do hotel.

Além do envolvimento com 33 aeromoças, "Shunt" diz que a orgia ocorreu em meio a "voltas ao relógio" regadas a álcool, maconha e cocaína. Outro fato que o autor inclui na obra é o vício de Hunt em sexo e o costume de promover festas particulares antes de corridas. "Ele tinha um apetite gigantesco para o sexo", admite Rubython.

De acordo com o que foi publicado no jornal inglês Daily Mail, o primeiro contato com as aeromoças ocorreu durante o check-in no aeroporto, que toparam o convite ao hotel. Depois do "sim" inicial, todas as manhãs funcionárias da British Airways eram deixadas na recepção para "turnos" de 24 horas ao lado da dupla de pilotos.

O britânico que morreu em decorrência de um ataque cardíaco em 1993 ainda foi visto na manhã da corrida por Patrick Head, agora co-proprietário da equipe Williams, dentro dos boxes na companhia de uma garota japonesa, já com o macacão de corrida na altura dos tornozelos. Citado como um dos últimos "playboys" das pistas, Hunt ainda teria vômitado em seu ritual pré-prova antes de se confirmar campeão mundial por apenas um ponto de diferença sobre Niki Lauda, que não cruzou a linha de chegada.

Conhecido por sua postura polêmica nos bastidores, o campeão pela McLaren também teria urinado em um canto da pista de Fugi, na frente de todo o público que assistia a prova. Quando terminou, teria sido aplaudido e retribuído com um aceno. A obra também cita que, como símbolo de sua virilidade, utilizava em seu macacão os dizeres: "sexo, o café da manhã dos campeões".

Além de guiar a McLaren, o britânico acumula passagens pelas equipes Hesketh e Wolf. Ao todo, somou dez vitórias em 93 corridas disputadas e encerrou a carreira em 1979, quando iniciou na trajetória de comentarista da rede de televisão BBC.