Vasco x América-RN: Confusão dentro e fora de campo

Agência JB

RIO - Por duas situações, quem foi a São Januário se lembrou da fatídica tarde da decisão da Copa João Havelange de 2000. Primeiro, pela superlotação do estádio. Depois, por ver um ex-adversário daquela ocasião, Adãozinho, desesperado por mais um insucesso.

Camisa 11 do América, Adãozinho perdeu o controle após o apito final. Queria de qualquer forma agredir um árbitro-assistente, que, segundo ele, havia o xingado. Dois policiais precisaram intervir, para conter o atacante e levá-lo para realizar um exame anti-doping.

Dentro e fora de São Januário, gente em excesso. Nas arquibancadas, os torcedores não podiam se sentar, para que sempre pudesse caber mais um. Caso acontecesse alguma anormalidade, o policiamento teria dificuldades para agir no local. Segundo um solado do 20º batalhão da Polícia Militar, havia um efetivo de 600 pessoas no entorno do estádio. Muitos contiveram gente queria comprar ingressos de última hora, o que não restava mais.

Vamos apurar com a administração do clube, porque tem mais gente do que a carga vendida revelou o major Marcelo, do Gepe. Deve ter uns 30 mil aqui dentro.

Como consequência, graças ao grande público, no intervalo, já que os banheiros estavam lotados, muitos urinavam nos corredores, constrangendo pais e filhos que caminhavam pela área fétida.