Federer volta a ter problemas, mas bate Hewitt e vai à final

Agência JB

CINCINNATI (EUA) - Assim como nas últimas duas partidas, o suíço Roger Federer voltou a alternar bons e maus momentos para conseguir a 11ª vitória seguida sobre o australiano Lleyton Hewitt e com 6/3, 6/7 (7/9) e 7/6 (7/1), em 2h35, se tornou o primeiro finalista do Masters Series de Cincinnati, onde enfrentará o russo Nikolay Davydenko ou o norte-americano James Blake.

Neste domingo, o número 1 do mundo lutará pelo 50º título da carreira. Se o fizer, ultrapassará o alemão Boris Becker e assumirá a oitava colocação entre os maiores vencedores da história. O caneco também seria o 14º neste nível de torneios. Neste quesito, é superado apenas pelo norte-americano Andre Agassi, que tem 17.

Além disto, já conquistou 70 pontos na Corrida dos Campeões e fica apenas a 40 do espanhol Rafael Nadal, líder com 981. Caso vença neste domingo, a diferença cairá para somente 10. Ou seja, quem for mais longe no US Open, onde Federer é o atual tricampeão, assumirá o posto de melhor tenista da temporada.

Para isto não acontecer, um "milagre" precisa ocorrer em Cincinnati. Federer tem vantagem de 15 a 0 contra os possíveis adversários. Venceu Davydenko nove vezes e muitas vezes em jogos importantes, como nas semifinais de Roland Garros e do US Open. Contra Blake, o domínio é um pouco menor. Seis triunfos e apenas um set perdido.