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Flu está no Z4 entre os mandantes

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O Fluminense acumula campanhas de muita oscilação desde 2015. Se o time não chegou a viver situação desesperadora contra o rebaixamento, também esteve distante de almejar objetivos maiores dentro do Campeonato Brasileiro. Em diversas ocasiões, tinha em casa a oportunidade de embalar, mas a desperdiçou. Foi o que aconteceu no último sábado, quando poderia chegar ao sétimo lugar, mas acabou perdendo para o Grêmio por 1 a 0, no Nilton Santos.

O tropeço contra os gaúchos foi só mais um para a conta do quarto pior mandante da competição. Em 13 jogos em casa, o Flu venceu menos da metade (seis), empatou três e perdeu quatro. A campanha de 21 pontos só é superior às de Ceará (20), Sport (17) e Paraná (16), times que ficaram na zona de rebaixamento durante a maior parte do Brasileiro.

Em uma relação de via dupla, o Fluminense deixa de fazer o dever de casa e a torcida não compra o barulho. À exceção do Fla-Flu de 59.987 pagantes no Mané Garrincha, com imensa maioria rubro-negra, o maior público tricolor no campeonato foi de apenas 21.462 pagantes, na vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras, no Maracanã.

Mesmo depois de embalar dois triunfos em visitas ao Cuenca, pela Sul-Americana, e à Chapecoense, pelo Brasileiro, menos de nove mil pessoas foram ao Nilton Santos no sábado. Na próxima quinta-feira, a realidade será diferente, pois quase 30 mil ingressos já foram vendidos para a volta contra o Cuenca, no Maracanã. E ao contrário do retrospecto no Brasileiro, o desempenho tricolor em casa na competição continental é irretocável: duas vitórias em dois jogos, com cinco gols a favor e nenhum contra.



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