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Flamengo, um clube em ebulição

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É impossível cravar o que acontecerá no Flamengo até o fim do ano. Mas uma coisa é certa: o clima não será de extrema leveza. Faltando pouco mais de dois meses para as eleições, o clube está em ebulição e somente a conquista do Campeonato Brasileiro poderá amenizar a tensão que envolve o clube rubro-negro.

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Henrique Dourado: fora do jogo na Bahia (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

E no meio do tiroteio está o técnico Maurício Barbieri. Sua situação é delicadíssima e há quem aposte que uma derrota para o Bahia, sábado, em Salvador será a gota d’água que falta para sua demissão. Apesar de já estar acostumado a trabalhar sob pressão, o treinador sente falta de apoio de um departamento de futebol mais calejado. Quarta-feira, após a eliminação na Copa do Brasil, nem o vice de futebol, Ricardo Lomba, que é o candidato da situação nas eleições de novembro, e muito menos Carlos Noval, diretor de futebol, deram as caras. Ontem, os dois também não apareceram no treino da equipe, que ficou em São Paulo, de onde seguirá hoje para Salvador.

O presidente Eduardo Bandeira de Mello retornou ontem ao Rio. Enquanto esperava o voo em Congonhas, bateu boca com um torcedor que criticava aos gritos o desempenho da equipe. Também retornaram ao Rio o goleiro Diego Alves e o meia Diego, que estão com problemas musculares e não enfrentarão o Bahia. O atacante Henrique Dourado, suspenso, foi outro a voltar ao Rio. Ele será substituído por Lincoln.



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