Dilma repudia ato de violência contra Serra

Em coletiva na tarde desta quarta-feira (20), em Ferraz de Vasconcelos, São Paulo, a candidata petista à presidência da República, Dilma Rousseff repudiou "atos de violência" contra seu adversário José Serra (PSDB), que foi alvejado em uma pancadaria no Rio de Janeiro. "Repudio, lamento e sou contra. Tenho demonstrado isso sistematicamente, quero deixar claro que essa campanha, da minha parte, sempre se recusou a qualquer ato de violência. O PT repudia atos de violência", afirnou Dilma.
Depois de condenar o episódio ela fez um apelo à militância para não aceitar provocações. Pedindo apuração policial ela completou: "eu acho fundamental porque a campanha é um momento de festa democrática. Não somos um povo triste e recolhido".
Na conversa com jornalistas Dilma comentou ainda as notícias sobre o inquérito da Polícia Federal que vincularia sua equipe de pré campanha à montagem de um dossiê contra a cúpula do PSDB. "Esse sigilo fiscal como a PF diz foi quebrado entre setembro e outubro quando não existia campanha nem pré campanha", disse.
Em seguida, a candidata destacou que o jornalista Amaury Ribeiro Jr. "trabalhava no Estado de Minas". "O próprio jornalista, segundo vi na internet, declarou que fez um trabalho sobre um conflito entre os dois candidatos à presidência dos tucanos, ele diz isso e isso a PF expressa. Esconder é tentar colocar algo que a minha campanha vem negando desde o início", afirmou.
Segundo a petista "não é possível, em outubro dar um salto mortal e cair março", avaliou referindo-se a época da quebra do sigilo fiscal na receita.