Bolsas de NY encerram sem direção única em meio a balanços

Os mercados acionários americanos encerraram o pregão desta terça-feira, 24, sem direção única, em meio à divulgação de balanços corporativos, que influenciaram o movimento dos agentes. Além disso, predominaram expectativas com a reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,79%, para 25.241,88 pontos; o S&P 500 subiu 0,48%, aos 2.820,42 pontos; e o Nasdaq terminou perto da estabilidade, em queda de 0,01%, aos 7.840,77 pontos.

A grande maioria das empresas do S&P 500 registrou lucros e receitas mais fortes do que o esperado, de acordo com a FactSet. Para o gerente de portfólio da Manulife Asset Management, Michael Scanlon, os ganhos das empresas americanas têm sido "inigualáveis". Ele acrescentou que, embora alguns tenham dito que os investidores devem colocar mais dinheiro em lugares como os mercados emergentes, ele acredita que os investidores deveriam investir ainda mais nos EUA.

Scanlon também observou que "as ações têm respondido de forma mais favorável" a bons resultados nesta temporada de balanços em comparação com a última. Embora haja preocupações com o comércio e as tarifas, "até agora as tensões não atingiram os resultados". As ações da Alphabet, por exemplo, fecharam em alta de 3,89%, na máxima histórica de US$ 1.258,15, após a empresa informar lucro ajustado e receita maiores que as expectativas.

As tensões comerciais ficaram em segundo plano antes da reunião entre Trump e Juncker. Em um tuíte, o presidente americano disse que as tarifas americanas eram "as maiores". Na avaliação do presidente da Esposito Securities, Mark Esposiuto, "a política está comandando o mercado agora. Palavras criam ação e Trump está movendo os mercados". Fonte: Dow Jones Newswires.