Bovespa fecha em alta e atinge maior patamar na “era Temer”

Dólar encerra o pregão com leve alta

A semana começou com o Ibovespa fechando o pregão desta segunda-feira (11) em alta, atingindo o maior valor desde a posse do presidente interino, Michel Temer. A bolsa teve uma alta de 1,5% chegando a 53.960 pontos. No total, foram negociados R$ 6,164 bilhão no pregão do dia.

A grande motivação do Ibovespa se deve à notícia sobre fusões e aquisições no Brasil, além da alta da Petrobras, que está nos holofotes do mercado. O principal destaque foram ações da Petrobras, que voltaram a subir. As ordinárias subiram 4,23% valendo R$ 12,89. Já as ações primárias tiveram uma alta de 5,08%, sendo comercializadas por R$ 10,36.

Nesta sexta-feira, o presidente da estatal se reuniu, em um café da manhã, com investidores para apresentar as produções e situação financeira da empresa. A Petrobras está com fluxo de caixa positivo de R$ 2,4 bi e pretende chegar a R$ 15 bi com venda de ativos. Na apresentação aos analistas, a companhia mostrou que a produção de petróleo cresceu 8% neste ano, passando de um total de 1,98 milhão de barris por dia, na média do primeiro trimestre do ano, para 2,134 milhões de barris diários, na média do segundo trimestre. Tudo isso demonstra um cenário positivo e favorável, induzindo os investidores a confiarem na companhia.

A alta do índice brasileiro acompanhou o desempenho dos índices globais. Nos EUA, Dow Jones e S&P 500 tiveram uma alta de 0,44% e 0,34%, respectivamente. No acumulado do mês, a bolsa brasileira teve um avanço de 4,53%. No ano, a alta chega a 24,4%.

Em dia volátil, dólar fecha em alta

Em dia de nova interferência do Banco Central, a moeda norte-americana fechou o pregão refletindo o cenário externo, que recebeu positivamente o anúncio de novos estímulos econômicos no Japão. O dólar fechou com alta de 0,47%, sendo cotado a R$ 3,31.

No mês de julho, a moeda registrou um avanço de 3%. No entanto, no acumulado do ano, o dólar recuou 16,1%.

Saiba como foi a cotação durante o dia

Às 9h19, alta de 0,52%, a R$ 3,3116

Às 10h29, alta de 0,11%, a R$ 3,2981

Às 11h, alta de 0,02%, a R$ 3,2951

Às 11h40, alta de 0,009%, a R$ 3,294

Às 12h30, alta de 0,25%, a R$ 3,3027

Às 13h20, alta de 0,52%, a R$ 3,3116

Às 14h, alta de 0,43%, a R$ 3,3088

Às 14h50, alta de 0,31%, a R$ 3,3046

Às 15h50, alta de 0,25%, a R$ 3,3027

Às 16h16, alta de 0,40%, a R$ 3,3078