'Financial Times': Comércio global deve ser refeito de baixo para cima

O problema é que as pessoas vêem a integração como um projeto das elites para as elites

Matéria publicada nesta terça-feira (12) no Financial Times, analisa que desde o fim da segunda guerra mundial, um grande sentimento de integração econômica global como força para buscar a paz e a prosperidade tem sido um pilar da ordem internacional. 

Segundo a reportagem, os acordos comerciais globais realizados pela UE; das instituições de Bretton Woods  a remoção dos controles de capital invasivos; do investimento estrangeiro direto ao aumento dos fluxos dos povos através das fronteiras, a direção geral tem sido impulsionada pelo progresso econômico doméstico, tecnologias como o transporte para exportação e internet, que promovem a integração, e por alterações legislativas dentro e entre as nações, desde que o mundo se tornou menor e mais interligado.

Financial Times concorda que isto provou ser razoavelmente mais bem sucedido do que o esperado. Não havia uma guerra entre os principais poderes. Os padrões de vida globais subiram mais rapidamente do que em qualquer momento da história. E o progresso material tem coincidido com o progresso ainda mais rápido no combate à fome, o empoderamento das mulheres, promovendo a alfabetização e aumentando a vida útil. É possível que daqui ha alguns anos, o mundo tenha mais smartphones do que adultos. 

O jornal destaca que no entanto, uma revolta contra a integração global está em curso no oeste. Os quatro principais candidatos para presidente dos EUA, Hillary Clinton, Bernie Sanders, Donald Trump e Ted Cruz, se opem à principal iniciativa de livre comércio deste período: a Parceria Trans-Pacífico. 

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