Dólar opera em alta após mínima recorde da véspera

Bovespa também avança nesta terça-feira, incentivada por notícias corporativas

A moeda norte-americana registra alta frente o real nesta terça-feira (12). Na véspera, o dólar havia fechado na menor cotação desde agosto do ano passado, abaixo de R$ 3,50, em meio à desvalorização global da moeda após sinalizações do Fed sobre juros e também com o desenrolar da crise política no Brasil.

Às 14h19, o dólar tinha valorização de 0,89%, cotado a R$ 3,5276.

Às 15h33, a moeda subia 7,77%, a R$ 3,5035. 

Na segunda-feira (11), o dólar registrou queda de 2,83%, a R$ 3,494 para compra e R$ 3,494 para a venda. A última vez que a moeda tinha fechado abaixo de R$ 3,50 foi no dia 21 de agosto de 2015, quando o pregão fechou a R$ 3,496.

Bovespa avança com commodities e notícias corporativas

A bolsa brasileira opera em alta nesta terça-feira (12), em meio a nova alta de preços de commodities e também com notícias corporativas. Às 12h56, o principal índice de ações, o Ibovespa, tinha alta de 2,10%, aos 51.219  pontos, após dois dias de alta.

Às 14h14, o índice crescia 2,41%, aos 51.376 pontos.

Às 15h37, a bolsa avançava 3,25%, aos 51.796 pontos. 

Às 16h45, a alta era de 3,98%, aos 52.165 pontos. 

Os preços dos barris de petróleo negociados em Londres e em Nova Iorque registram alta nesta terça, com o mercado aguardando a reunião entre produtores marcada para o dia 17 de abril, em Doha, no Qatar, que deve tratar de um possível congelamento na produção. A redução da oferta e a queda do dólar - com o anúncio do Fed sobre uma subida gradual dos juros - são outros fatores que impulsionam a alta da matéria-prima. 

Bolsas asiáticas em direções opostas

Os principais índices da China fecharam em leve baixa nesta terça, em dia de realização de lucros da alta da véspera. O Xangai Composto teve queda de 0,3%, a 3.023,65 pontos, e o Shenzhen Composto, índice de menor abrangência no país, recuou 0,9%, a 1.935,60 pontos. O órgão local de valores mobiliários aprovou mais sete ofertas públicas iniciais (IPOs) de ações, que poderão totalizar 2,8 bilhões de yuans (US$ 433 milhões).

No restante do continente, o Japão teve destaque. O principal índice do país, o Nikkei, registrou alta de 1,13%, aos 15.928,79 pontos. O iene registrou queda frente o dólar após comentários do ministro de Finanças do Japão, Taro Aso, sobre a vontade do governo de agir contra movimentos "especulativos e unilaterais" do câmbio.

Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,31%, aos 20.504,44 pontos, incentivado pelo mercado japonês e também pelo avanço do petróleo. Na Coreia do Sul, o Kospi teve alta de 0,56%, aos 1.981,32 pontos.

Bolsas europeias operam em alta

As principais bolsas europeias têm alta nesta terça-feira. O índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,55%, para 334.70 pontos às 12h30. Em Londres, o FTSE 100 tinha alta de 0,69%, a 6.243,00 pontos. Em Frankfurt, o DAX ganhava 0,81%, a 9.761,00 pontos. 

Em Paris, o CAC 40 avançava 0,73%, aos 4.344,30 pontos. Em Madri, o Ibex 35 ganhava 0,52%, para 8.541,50 pontos. Por outro lado, em Milão, o FTSE/Mib tinha uma perda de 1,60%, aos 17.439,50 pontos.

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