'Les Echos': Fusão entre Shell e BG Group está avaliada em US$ 65 bilhões 

Operação deve acontecer no início de 2016

Matéria publicada nesta segunda-feira (14), no Les Echos, conta que a Royal Dutch Shell recebeu sinal verde das autoridades chinesas da concorrência para proposta de aquisição do grupo britânico BG. O último passo regulatório na fusão da Royal Dutch Shell e BG Group foi concluído nesta segunda-feira (14), com o sinal verde das autoridades chinesas.  Esta operação, que tem como objetivo fortalecer a posição do gás natural da Shell, afetará aconsequências organização dos dois grupos. O acordo deve resultar em cerca de 2.800 cortes de empregos no futuro grupo gerado pela fusão, que representam 3% da força de trabalho total, disse Shell. O objetivo é lucrar US $ 3.5 bilhões em sinergias. Isto é, além dos 7.500 cortes de empregos já anunciados entre funcionários da Shell e contratados diretos, ocasionados pela baixa dos preços do petróleo. O BG Group disse que ainda serão necessárias medidas adicionais para atingir a meta de 3,5 bilhões de sinergias.

A reportagem fala que especificamente, a atividade do BG Group deve ser absorvida pela Shell. A reorganização dos escritórios será implementada onde for mais prático "ao redor do mundo", diz um executivo da Shell, que tem sede em Haia e Londres. A empresa afirma que espera observar no próximo ano uma "racionalização" da localização dos seus escritórios no Reino Unido. A Shell e o grupo britânico BG agora devem conseguir a aprovação de seus respectivos acionistas para finalizar esta operação em 47 bilhões de libras (US $ 65 bilhões) no início de 2016.