Dólar no Brasil já complica a Argentina, diz Clarín

Moeda americana continuou ganhando terreno no mercado cambial brasileiro

O dólar norte-americano se manteve na terça-feira no Brasil com a maior cotação desde março de 2003, superando o teto de 3,40 reais, para chegar a 3,42, nas primeiras horas da tarde, segundo a agência Bloomberg. O governo Dilma descartou utilizar as reservas internacionais para intervir na flutuação cambial.

Na segunda-feira (26/07), o real se desvalorizou 0,44 % frente ao dólar e a moeda norte-americana terminou a primeira jornada da semana negociada a 3,362 reais para a compra e a 3,364 para a venda.

Para a Argentina, há um impacto negativo a curto prazo. Além disso, lê-se "O real continua se desvalorizando no Brasil e complica a Argentina",

Na manhã de terça, a bolsa de São Paulo abriu com uma alta de 1,24 % e 49.341 pontos em seu índice Ibovespa, impulsionada entre outros pela subida de 1,4% das ações ordinárias do banco Bradesco, que atualmente estuda a compra das operações da filial da entidade britânica HSBC no Brasil.

E no mercado cambial, o real abriu com uma valorização de 0,14% em relação à divisa norte-americana.  Porém, mais tarde, o dólar foi recuperando terreno de 3,35 a 3,42 reais.

Segundo o jornal britânico Financial Times, a Standard & Poor's modificou de estável a negativo seu prognóstico para o  Brasil, situando a maior economia da América Latina perto do território 'junk' (de risco).