Despesas com alimentos e habitação pressionam inflação em São Paulo

São Paulo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo atingiu 0,29% na primeira prévia de outubro. A variação é 0,04 ponto percentual superior ao apurado na última semana de setembro (0,25%) e teve influência, principalmente, dos grupos habitação e alimentação.

Os itens alimentícios cujos preços estavam em queda desde o fechamento de agosto apresentaram uma alta de 0,25% em relação ao registrado anteriormente (-0,01%), o que resultou na segunda maior contribuição do aumento médio do IPC. Pelos cálculos da Fipe, o grupo habitação foi o que mais ajudou na elevação inflacionária embora tenha se mantido estável em comparação ao encerramento de setembro, com 0,28%.

No grupo saúde houve aumento de 0,69%, mas com queda no ritmo de alta em relação à última apuração (0,72%). Também diminuiu a velocidade de alta em vestuário, passando de 1,11% para 0,75%. O mesmo ocorreu em despesas pessoais com 0,24% ante 0,20%.

Já o grupo transportes indicou ligeiro avanço, de 0,12% para 0,14%; em educação, o índice ficou em 0,10% ante 0,09%.