Ibovespa fecha em queda de 0,91% e devolve ganhos recentes

O principal índice acionário da BM&FBovespa, o Ibovespa, fechou o pregão desta quarta-feira em queda, após dados da China e dos EUA resultarem em maior aversão ao risco aos investidores. Com isso, o pregão nacional registrou desvalorização de 0,91%, aos 48.374 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 5.521 bilhões.

Entre as oscilações positivas em destaque na sessão estão os papéis da OI (ON), que avançaram 5,86%, e da OI (PN), que apresentaram alta de 4,77%. Em contrapartida, entre os destaques negativos, estão os papéis da MMX MINER (ON), que recuaram 8,38%, e PDG REALT (ON), que apresentaram revés de 4,08%.

Na agenda de indicadores internos, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a taxa de desemprego foi estimada em 6,0%, não registrando variação significativa frente a maio de 2013 (5,8%) e junho de 2012 (5,9%). A população desocupada (1,5 milhão de pessoas) também apresentou estabilidade tanto em relação maio de 2013 quanto a junho de 2012.Na Europa, as bolsas fecharam em alta nesta quarta-feira, com o FTSE 100 de Londres fechando em alta de 0,35% a 6.620,43 pontos. O DAX 30 da bolsa de Frankfurt subiu 0,78% a 8.379,11 pontos, enquanto, em Paris, o CAC 40 avançou 1,101% a 3.962,75 pontos.

Nos Estados Unidos, as condições no setor industrial norte-americano melhoraram em julho, visto que as empresas registraram uma recuperação nas novas encomendas, contrataram novos funcionários e aumentaram a produção no ritmo mais rápido em quatro meses, mostrou a pesquisa Índice dos Gerentes de Compras (PMI) nesta quarta-feira. A empresa de dados financeiros Markit informou que seu PMI preliminar da indústria para os Estados Unidos subiu para 53,2 pontos, máxima em quatro meses, ante 51,9 pontos em junho. A leitura acima de 50 indica expansão.