Ibovespa fecha pregão com alta de 2,02% em linha com cenário externo

O principal índice acionário da BM&FBovespa, o Ibovespa, encerrou o pregão desta terça-feira, 25, em alta com investidores acompanhando o movimento das bolsas internacionais. Com isso, o pregão nacional registrou valorização de 2,02%, aos 46.893 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 6.244 bilhões.

Entre as oscilações positivas em destaque na sessão estão os papéis da MMX MINER (ON) que avançaram 15,71% e a USIMINAS (PNA) que apresentaram alta de 9,25%. Em contrapartida, entre os destaques negativos, estão os papéis da SUZANO PAPEL (PNA), que recuaram 2,16% e SANTANDER BR (UNT) a que apresentaram revés de 2,03%.Na agenda de indicadores econômicos internos, a Fundação Getulio Vargas (FGV) revelou que o Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M) registrou, em junho, taxa de variação de 1,96%, acima do resultado do mês anterior, de 1,24%. No ano, o índice acumula variação de 5,61% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,88%.

Além disso, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo avançou a 0,30% na terceira quadrissemana de junho, depois atingir 0,18% na semana anterior, segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).Na Europa, as bolsas fecharam com fortes ganhos nesta terça-feira, com o FTSE 100 de Londres subindo 1,21% a 6.101,91 pontos. Em Frankfurt, o DAX 30 avançou 1,55% a 7.811,30 pontos, enquanto, em Paris, o CAC 40 ganhou 1,51%, fechando a 3.649,82 pontos.

Nos Estados Unidos, o índice de preços de casas (S&P/CaseShiller) subiu 12,1% em abril, na comparação com o mesmo período do ano anterior, nas 20 principais regiões metropolitanas no país. O dado vem acima da expectativa dos analistas que apostavam em um aumento de 10,6% no período.Além disso, a confiança do consumidor (Consumer confidence) dos Estados Unidos, medida pelo Conference Board, melhorou novamente em junho. O índice marcou 81,4 pontos ante 74,3 pontos do mês anterior.

Por outro lado, três integrantes do FED acalmaram os mercados, falando que as compras de títulos ainda estão longe de acabar. Narayana, FED de Minneapolis, defendeu uma diminuição do gatilho para o final das compras de 6,5% para 5,5% de desemprego.