Bolsas sobem à espera do Fed

Novamente as atenções dos investidores se voltam para a compra de títulos por parte do Banco Central dos Estados Unidos. E diante deste cenário, as principais bolsas de valores mundiais apresentam ganhos nesta segunda-feira. Aqui no Brasil, o Ibovespa apresenta desempenho positivo em linha com o mercado internacional.

Na Ásia, as bolsas encerraram o pregão em direções divergentes. A bolsa de Tóquio voltou a subir, enquanto as bolsas chinesas recuaram frente às discussões de baixo crescimento no país.

Enquanto isso, na Europa, as bolsas recuperam parte das perdas da última semana, cautelosos à espera da reunião do banco central dos EUA, na quarta-feira. Há pouco, o CAC-40, de Paris, registrava ganhos de 1,54%, aos 3.863 pontos. E o DAX, de Frankfurt, valorizava 1,15%, aos 8.221 pontos. E o índice FTSE-100 ganhava 0,38%, aos 6.328 pontos.    Na região, a agência de estatísticas europeia Eurostat revelou que a Eurozona registrou um excedente comercial de € 14,9 bilhões em abril, após o recorde de € 22,5 bilhões em março (resultado revisto), segundo as primeiras estimativas.    

Em Wall Street, o cenário não é diferente e bolsas sobem. Com isso, o índice Dow Jones ganhava 1,06% aos 15.229 pontos; o S&P 500 tinha valorização de 1,04% a 1.643 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq operava com ganhos de 1,19% aos 3.464 pontos.

Aqui no Brasil, o Ibovespa sobe em linha com o mercado externo. Há pouco, o índice avançava 0,68%.

Do lado corporativo, a Embraer anunciou o lançamento de uma nova geração de aviões regionais, uma família de aeronaves batizada de E2 com mais assentos que a geração atualmente comercializada, informou uma fonte ligada à empresa.

E abrindo a agenda de indicadores brasileiros, a Fundação Getulio Vargas (FGV) publicou que o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) referente a semana de 15 de junho de 2013 apresentou variação de 0,43%1, 0,05 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação.    

Além disso, o Banco Central divulgou o Boletim Focus, que na medição, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional para 2013 recuou de 2,53% para 2,49%. Já para 2014, o prognóstico do PIB permaneceu em 3,20%.

Na renda fixa, os juros futuros operam em alta. Instantes atrás, o contrato de DI, com vencimento em janeiro de 2014, o mais negociado, apresentava taxa anual de 8,80%.    

Já o dólar opera com ganhos de 0,75%. Há pouco, a moeda era vendida a R$ 2,160.